Santo do dia 15 de setembro
Em 15 de setembro, a Igreja celebra
Nossa Senhora das Dores
De onde vem a data de 15 de setembro
De pé junto à cruz de Jesus, ela foi associada íntima e fielmente à paixão do Filho, e a liturgia a apresenta como a nova Eva: se a desobediência da primeira mulher levou à morte, a obediência de Maria trouxe a vida. A memória cai no dia seguinte ao da Exaltação da Cruz.
O que o Martirológio diz
Memória de Nossa Senhora das Dores, que, estando de pé junto à cruz de Jesus, foi associada íntima e fielmente à paixão salvífica do seu Filho e se apresentou como a nova Eva, de modo que, assim como a desobediência da primeira mulher conduziu à morte, assim a admirável obediência da Virgem Maria trouxe a vida.
Transcrição do Martirológio Romano na edição do Secretariado Nacional de Liturgia. O texto sai como a fonte o publica, em português de Portugal.
Sobre esta data
Memória de 15 de setembro: Maria de pé junto à cruz. O que o Martirológio, o Vatican News e a CNBB dizem das sete dores e da data.
O que a Igreja celebra em 15 de setembro?
A memória de Nossa Senhora das Dores. O Martirológio Romano a descreve como aquela “que, estando de pé junto à cruz de Jesus, foi associada íntima e fielmente à paixão salvífica do seu Filho e se apresentou como a nova Eva”. Não se celebra um nascimento nem uma morte, e sim a Mãe associada à paixão do Filho.
Por que a memória de Nossa Senhora das Dores cai justamente em 15 de setembro?
Porque é o dia seguinte à Exaltação da Santa Cruz. Segundo o Vatican News, foi Pio X quem determinou que a celebração fosse em 15 de setembro, um dia após aquela festa, e sob o título “Nossa Senhora das Dores”, e não “Sete Dores de Maria”. Antes disso, o dia mudou várias vezes: terceiro domingo de setembro em 1692, sexta-feira anterior ao Domingo de Ramos em 1714 e de novo o terceiro domingo de setembro em 1814.
Outros santos celebrados em 15 de setembro
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Santa Catarina Fiéschi de Génova, viúva
Em Génova, na Ligúria, também região da Itália, Santa Catarina Fiéschi, viúva, insigne pelo desprezo do mundo, frequentes jejuns, amor de Deus e caridade para com os indigentes e os enfermos. († 1510)
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São Nicomedes, mártir
Em Roma, São Nicomedes, mártir, cujo corpo, guardado no cemitério junto à Via Nomentana, foi honrado pelo papa Bonifácio V com uma basílica sepulcral. († data inc.)
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Beato José Puglísi, presbítero e mártir
Em Palermo, na Sicilia, região da Itália, o Beato José Puglísi, presbítero diocesano e mártir, mais conhecido por Pino Puglisi, que durante os trinta e três anos do seu ministério pastoral se dedicou incansavelmente ao anúncio do Evangelho, especialmente aos seus “preferidos” – as crianças, os desprotegidos, os pobres – e foi assassinado por agentes da máfia. († 1933)
Fonte
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