Santo do dia 3 de junho
Em 3 de junho, a Igreja celebra
São Carlos Lwanga e companheiros
De onde vem a data de 3 de junho
Os mártires do Uganda tinham entre catorze e trinta anos e pertenciam à corte dos jovens nobres ou ao corpo de guarda do rei Mwanga; por recusarem ceder às impuras intenções do rei, uns foram decapitados e outros queimados no monte Namugongo. O dia guarda esse martírio comum.
O que o Martirológio diz
Memória dos santos Carlos Lwanga e doze companheiros, com idades entre os catorze e os trinta anos, pertencentes à corte dos jovens nobres ou ao corpo de guarda do próprio rei Mwanga, neófitos ou fervorosos seguidores da fé católica, que por se terem recusado ceder às impuras intenções do rei, uns foram decapitados e outros queimados no monte Namugongo, no Uganda. São estes os seus nomes: Mbaya Tuzinde, Bruno Seronuma, Tiago Buzabaliao, Kizito, Ambrósio Kibuka, Mgagga, Gyavira, Aquiles Kiwanuka, Adolfo Ludigo Mkasa, Mukasa Kiriwamvu, Anatólio Kiriggwajjo, Lucas Banawakintu. († 1886)
Transcrição do Martirológio Romano na edição do Secretariado Nacional de Liturgia. O texto sai como a fonte o publica, em português de Portugal.
Outros santos celebrados em 3 de junho
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Santa Clotilde
Em Tours, na Gália Lionense, também na actual França, Santa Clotilde, rainha, cujas orações induziram o seu esposo Clodoveu, rei dos Francos, a abraçar a fé de Cristo; depois da morte do seu esposo, recolheu-se na basílica de São Martinho, para não mais ser considerada como rainha, mas serva de Deus. († 545)
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São João Grande
Em Jerez de la Frontera, na Andaluzia, região da Espanha, São João Grande, religioso da Ordem de São João de Deus, que resplandeceu pela sua grande caridade para com os presos, os abandonados e os marginados e morreu contagiado pela peste dos doentes que tratava. († 1600)
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Santo Isaac de Córdova
Em Córdova, na Andaluzia, região da Espanha, Santo Isaac, mártir, que, sendo monge, durante o domínio dos Mouros, impelido por um impulso não humano mas por inspiração divina, desceu do mosteiro de Tábanos à praça pública para discutir com o Emir sobre a verdadeira religião e foi por isso condenado à morte. († 851)
Fonte
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