Santo do dia 1º de janeiro
Em 1º de janeiro, a Igreja celebra
Santa Maria, Mãe de Deus
De onde vem a data de 1º de janeiro
É o oitavo dia depois do Natal, aquele em que a Lei mandava circuncidar o menino e lhe dar o nome. A Igreja fecha a oitava natalina honrando a mãe que deu ao Verbo a carne ali marcada, e abre com ela o ano civil.
O que o Martirológio diz
Na Oitava do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo e dia da sua Circuncisão, a solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus, que no Concílio de Éfeso os Padres aclamaram como Theotókos, porque nela o Verbo Se fez carne e habitou entre os homens o Filho de Deus, príncipe da paz, a quem foi dado o Nome que está acima de todos os nomes.
Transcrição do Martirológio Romano na edição do Secretariado Nacional de Liturgia. O texto sai como a fonte o publica, em português de Portugal.
Sobre esta data
Solenidade de 1º de janeiro: o Concílio de Éfeso aclamou Maria como Theotókos, e a data é também o Dia Mundial da Paz.
Por que a festa de Santa Maria, Mãe de Deus, é em 1º de janeiro?
Porque 1º de janeiro é o oitavo dia depois do Natal e o dia da Circuncisão do Senhor. A Igreja fecha a oitava natalina honrando a mãe em quem o Verbo se fez carne.
O que significa o título Theotókos?
É a palavra grega que os Padres do Concílio de Éfeso aclamaram para Maria e que se traduz por Mãe de Deus, porque nela o Filho de Deus se fez homem.
Quando o Concílio de Éfeso reconheceu Maria como Mãe de Deus?
Em 431. O Concílio confirmou que Cristo é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, uma só pessoa em duas naturezas, e com isso confirmou também a maternidade divina de Maria.
Outros santos celebrados em 1º de janeiro
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São Basílio
Em Cesareia da Capadócia, hoje Kayseri, na Turquia, o sepultamento de São Basílio, bispo, cuja memória se celebra amanhã. († c. 379)
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Santo Almáquio
Em Roma, Santo Almáquio, que, opondo-se às lutas dos gladiadores, por ordem de Alípio, prefeito da Cidade, foi morto pelos próprios gladiadores e contado entre os mártires vencedores. († 391)
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São Fulgêncio de Ruspe
Em Ruspas, cidade da Bizacena, na actual Tunísia, São Fulgêncio, bispo, que, depois de ter sido procurador deste território, abraçou a vida monástica e foi eleito bispo. No tempo da perseguição dos Vândalos, por causa do seu zelo pela fé católica e eminente doutrina, sofreu muito da parte dos arianos e duas vezes foi desterrado pelo rei Trasimundo para a Sardenha. Tendo regressado à sua Igreja, dedicou o resto da sua vida a fortalecer os seus fiéis com a palavra da graça e da verdade. († 533)
Fonte
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